quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Sai nova edição de índice que mede desenvolvimento empresarial no Paraná

[21-09-2011]
O Sebrae/PR lançou nesta semana mais uma edição do Índice de Desenvolvimento Municipal para Micro e Pequenas Empresas (IDMPE). O levantamento, que está na sua terceira edição, traz um ranking dos 399 municípios do Paraná. O objetivo do IDMPE é monitorar o ambiente institucional para pequenos negócios, favorecendo, assim, o desenvolvimento local, com base no Estatuto Nacional da Microempresa e Empresa de Pequeno Porte, também conhecido como Lei Geral da Micro e Pequena Empresa.
O lançamento do IDMPE ocorreu na sede do Sebrae/PR, na última segunda-feira, dia 19, durante uma reunião entre representantes da entidade e dirigentes da Associação de Municípios do Paraná (AMP). “Queremos levar os gestores públicos e empresários a conhecerem melhor seus municípios e a planejarem ações que favoreçam os pequenos negócios. O IDMPE é uma ferramenta de apoio na elaboração de estratégias em prol do desenvolvimento”, diz Julio Cezar Agostini, diretor de Operações do Sebrae/PR.
Com apenas três anos de existência, o IDMPE, aliado à Lei Geral, tem servido de apoio para os municípios paranaenses, na execução de ações focadas em atividades produtivas sustentáveis, levando a uma maior descentralização da geração de empregos e de renda. Instituída em 2006, a Lei Geral contém benefícios como a desburocratização, a desoneração tributária, o empreendedor individual e o acesso a novos mercados. Vantagens nunca antes oferecidas às micro e pequenas empresas.
Para que tudo isso se torne realidade, explica o diretor de Operações, o Sebrae/PR implantou o Programa de Desenvolvimento Local Fundamentado na Lei Geral da Micro e Pequena Empresa, que passou a se chamar Programa Cidade Empreendedora e que oferece suporte técnico para que os municípios paranaenses elaborem estratégias e planos de desenvolvimento próprios. Atualmente, 133 municípios participam do Cidade Empreendedora.
Cesar Rissete, coordenador estadual de Políticas Públicas do Sebrae/PR, destaca que os municípios que participam do Cidade Empreendedora tiveram um crescimento acima da média registrada no Estado. “O desempenho das micro e pequenas empresas nos municípios têm relação direta com a geração de emprego e renda. Afinal, as micro  pequenas empresas representam 99% dos estabelecimentos formais no Brasil e respondem por 60% em média dos empregos com carteira assinada.”

Para destacar a importância dos pequenos negócios, Rissete ressalta que, em 200  municípios do Paraná, as micro e pequenas empresas representam a totalidade dos empreendimentos. “Para que tenhamos melhoria no desenvolvimento local são necessárias ações a médio e longo prazo. A regulamentação da Lei Geral é um instrumento para promover mudanças positivas. O tamanho da população dos municípios tem relação com sua posição no IDMPE sobretudo no quesito mercado.”

O IDMPE, assim como o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), que é usado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento em seus relatórios, tem o propósito de orientar as estratégias e as políticas locais de promoção econômica, diagnosticando condições favoráveis à abertura e crescimento de micro e pequenas empresas. “O IDMPE foi criado pelo Sebrae/PR, em parceria com o Instituto Brasileiro da Qualidade e Produtividade (IBQP), e varia de zero até 1.0”, diz Rissete.
“Os municípios pequenos estão conseguindo transformar realidades por meio do IDMPE, que é uma oportunidade de melhoria! Não estar entre os primeiros colocados no ranking não quer dizer que o ambiente para os pequenos negócios não esteja em processo de evolução. Pelo contrário, os pequenos municípios estão cada vez mais em destaque”, reforça Rissete.
Resultados
Para medir o grau de desenvolvimento do ambiente empresarial municipal, é feita uma análise que envolve o Índice de Desenvolvimento Empresarial (IDE), o Índice de Desenvolvimento de Mercado (IDM) e o Índice de Desenvolvimento Institucional (IDI). Para melhor compreensão do IDMPE, o índice é classificado em cinco níveis: alto (municípios com pontuação entre 0.5844 e 0.7312), médio-alto (0.5387 a 0.5787), médio (0.4913 a 0.5371), médio-baixo (0.4452 a 0.4906) e baixo (0.4040 e 0.4445).
O mapeamento do IDMPE 2010 no Paraná, com base em dados de 2007, 2008 e 2009, mostra que somente 17 municípios do Estado atingiram a qualificação de nível alto. Dessas localidades, uma tem população entre 20 e 50 mil habitantes, sete com população entre 50 e 120 mil e  nove cidades somam mais de 120 mil habitantes. No nível médio-alto, foram enquadradas 33 cidades paranaenses; no médio, 136; no médio-baixo, 190; e no baixo, 23.
Os destaques são os municípios de Santo Inácio e Juranda, que apresentaram as maiores taxas de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) Municipal na edição 2010, dentro do Estado, sendo de 34,8% e de 34,7%, respectivamente. O município de Reserva assumia em 2009 a posição de número 90 no ranking do IDMPE e hoje ocupa a posição de 375. A perda foi de 285 posições, em razão da diminuição da taxa de criação de empregos e baixo crescimento da massa salarial. 
O valor médio das taxas de crescimento dos PIB municipais centrou-se em torno de -11%, na edição de 2008; 0,3% na edição de 2009; e 6,1% em 2010. As menores taxas de crescimento foram identificadas nos municípios de Rosário do Ivaí (-38,9%) e Rio Branco do Ivaí (-41,4%). Rancho Alegre apresentou a maior Taxa de Criação de Micro e Pequenos Empreendimentos com 37% para os anos de 2008 e 2009, conforme informações da RAIS do Ministério do Trabalho e Emprego. Cafeara mostrou uma taxa de -16,4% na criação de novos negócios.
O resultado do Índice de Desenvolvimento de Mercado (IDM) reflete o peso das taxas de crescimento da massa salarial e da criação de empregos. Desde o lançamento do levantamento, a mesorregião noroeste paranaense apresentou elevação na escala, migrando de baixo para médio-baixo. Boa Vista do Iguaçu avançou 200 posições no ranking geral, motivado pela taxa de criação de empregos (5,4% no IDM/2009, passando para 30,4% em 2010). O crescimento da massa salarial do município, que era 14,7% em 2009, passou para 32% em 2010.
A Taxa de Criação de Empregos na média do Estado atingiu, entre 2008 e 2009, a taxa de 5,29%. Exatas 193 localidades tiveram valores superiores sendo o máximo 50,10% no município de Rondon e o valor mínimo em Curiúva com -36,28%
Um nível educacional de qualidade (IDEB) exerce o maior peso estatístico no Índice de Desenvolvimento Institucional (IDI). O destaque nesse indicador são os municípios da mesorregião centro-oriental, classificada como médio-alto em 2008; alto em 2009; e médio-alto em 2010. A região centro-sul, classificada como baixo em 2008 e 2009, subiu para médio-baixo em 2010. Maripá apresenta o melhor IDEB do Estado (5,5). Na última colocação estão Cerro Azul, Doutor Ulysses e Prado Ferreira, com 3,3.
Campo do Tenente foi o que mais perdeu posições desde 2008, caindo 216 colocações, motivado essencialmente pelo movimento inverso do IDI e IDE. Entre 2008 e 2010, Rancho Alegre galgou 195 posições. O IDI da localidade subiu de 0.2027 em 2008 para 0.2946, em 2010). O IDM passou de 0.61102 para 0.6399.
Apesar da predominância de grandes municípios nas primeiras posições do ranking, desde a primeira edição do IDMPE, municípios de pequeno porte foram os que mais  ganharam posições, dentre os quais Boa Esperança do Iguaçu, Boa Ventura de São Roque, Nova Aliança do Ivaí, Santa Lúcia, Brasilândia do Sul, Bom Sucesso do Sul, Lindoeste, Pato Bragado, Sulina, São Jorge d’Oeste, Nova Laranjeiras, Fernandes Pinheiro, Santana do Itararé, Janiópolis, Cruzeiro do Iguaçu, Nova Fátima, Esperança Nova, Ouro Verde do Oeste e Farol.
Ranking das 20 cidades melhores colocadas no IDMPE 2010
Município
IDMPE (2010)
Ranking
Curitiba
0.7197
1
Londrina
0.6559
2
Maringá
0.6533
3
Araucária
0.6474
4
Paranaguá
0.6469
5
Cascavel
0.6949
6
Ponta Grossa
0.6229
7
São José dos Pinhais
0.6208
8
Pinhais
0.6092
9
Colombo
0.6092
10
Foz do Iguaçu
0.6056
11
Toledo
0.5995
12
Pato Branco
0.5940
13
Matinhos
0.5871
14
Campo Mourão
0.5848
15
Umuarama
0.5830
16
Francisco Beltrão
0.5812
17
Campo Largo
0.5769
18
Palotina
0.5754
19
Guaratuba
0.5748
20

 Sobre o Sebrae/PR

O Sebrae/PR - Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado do Paraná é uma instituição sem fins lucrativos que foi criada para dar apoio aos empresários de pequenos negócios e aos empreendedores interessados em abrir micro e pequenas empresas. No Brasil, são 27 unidades e 750 postos de atendimentos espalhados de norte a sul. No Paraná, cinco regionais e 11 escritórios. A entidade chega aos 399 municípios do Estado por meio do atendimento itinerante, pontos de atendimento e de parceiros como associações, sindicatos, cooperativas, órgãos públicos e privados. O Sebrae/PR oferece palestras, capacitações empresariais, treinamentos, projetos, programas e soluções empresariais, com foco no empreendedorismo, setores estratégicos, políticas públicas, tecnologia e inovação, orientação ao crédito, acesso ao mercado, internacionalização, redes de cooperação e programas de lideranças.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Metrô Linha 743

Ele ia andando pela rua meio apressado
Ele sabia que tava sendo vigiado
Cheguei para ele e disse: Ei amigo, você pode me ceder um cigarro?
Ele disse: Eu dou, mas vá fumar lá do outro lado
Dois homens fumando juntos pode ser muito arriscado!
Disse: O prato mais caro do melhor banquete é
O que se come cabeça de gente que pensa
E os canibais de cabeça descobrem aqueles que pensam
Porque quem pensa, pensa melhor parado.
Desculpe minha pressa, fingindo atrasado
Trabalho em cartório mas sou escritor,
Perdi minha pena nem sei qual foi o mês
Metrô linha 743
O homem apressado me deixou e saiu voando
Aí eu me encostei num poste e fiquei fumando
Três outros chegaram com pistolas na mão,
Um gritou: Mão na cabeça malandro, se não quiser levar chumbo quente nos cornos
Eu disse: Claro, pois não, mas o que é que eu fiz?
Se é documento eu tenho aqui...
Outro disse: Não interessa, pouco importa, fique aí
Eu quero é saber o que você estava pensando
Eu avalio o preço me baseando no nível mental
Que você anda por aí usando
E aí eu lhe digo o preço que sua cabeça agora está custando
Minha cabeça caída, solta no chão
Eu vi meu corpo sem ela pela primeira e última vez
Metrô linha 743
Jogaram minha cabeça oca no lixo da cozinha
E eu era agora um cérebro, um cérebro vivo à vinagrete
Meu cérebro logo pensou: que seja, mas nunca fui tiete
Fui posto à mesa com mais dois
E eram três pratos raros, e foi o maitre que pôs
Senti horror ao ser comido com desejo por um senhor alinhado
Meu último pedaço, antes de ser engolido ainda pensou grilado:
Quem será este desgraçado dono desta zorra toda?
Já tá tudo armado, o jogo dos caçadores canibais
Mas o negócio aqui tá muito bandeira
Dá bandeira demais meu Deus
Cuidado brother, cuidado sábio senhor
É um conselho sério pra vocês
Eu morri e nem sei mesmo qual foi aquele mês
Ah! Metrô linha 743

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Em defesa do Miojo

 
No cotidiano de um cara que vive sozinho e corre feito loco, estuda e trabalha q nem um féla (estuda nem tanto neh), incitaram-me a responder a respeito de um texto que agride a integridade nutricional no consumo do Miojo e da Coca-Cola Zero!....

Para situar o entendiado e o "sem ter mais o que fazer" leitor do Economia do Caos, postarei o texto e em seguida o manifesto em defesa deste salvador alimento...

"A paz está garantida quando não se está com fome." Momofuku Ando


Para os fãs de miojo:







INFORMATIVO

MIOJO É CAMPEÃO NA QUANTIDADE DE SAL


O macarrão instantâneo, o famoso miojo, é o alimento com maior quantidade de sódio encontrada dentre os produtos industrializados mais consumidos no Brasil. Em média, um pacotinho de 85 g, preparado com tempero, chega a ter 2.721 mg da substância, mais do que o recomendado para um dia inteiro ? o limite diário para o consumo de sódio é de 2.400 mg por pessoa, de acordo com o Ministério da Saúde.

Mineral presente no sal, o sódio em excesso é apontado pelos médicos como o principal vilão da pressão alta, doença que tem relação direta com problemas como o AVC (acidente vascular cerebral) e infartos. Nos alimentos industrializados, a substância é usada para aumentar o prazo de validade. A medição foi feita num estudo divulgado nesta quinta-feira (18) pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), que comparou a quantidade de sódio, açúcares e gorduras saturada e trans em diversos alimentos de várias marcas.

O miojo foi o alimento com a maior quantidade, seguido pelas carnes de frango empanadas (759 mg numa porção de 130 g) e pelos hambúrgueres bovino e de ave (567 mg em 80g e 525 mg em 80g, respectivamente). A pesquisa mostrou ainda que o teor encontrado nos alimentos varia muito entre as marcas. No caso do miojo, foram analisados produtos de 12 fabricantes. A quantidade de sódio numa mesma porção, de 85 g, variou de 1.778 mg a 4.010 mg. Essa última marca, não revelada, coloca uma quantidade que representa 167% do que uma pessoa poderia consumir num dia.

A maior variação na quantidade de sódio foi encontrada na batata palha. Em 9 marcas analisadas, a diferença chegou a 14 vezes da menor (10 mg numa porção de 25g) à maior (139mg/25g). Em seguida vem o salgadinho de milho, com variação de 12,5 (29 mg a 176,5 mg, em uma porção de 25g).

Entre as bebidas, foi constatado que os refrigerantes de baixa caloria apresentam mais sódio que os comuns, que têm mais açúcar. Enquanto um refrigerante de cola "zero" tem 97 mg de sódio em 1 litro, o normal tem 54 mg. Segundo Maria Cecília Brito, diretora da Anvisa que apresentou o relatório, o objetivo da agência agora é reforçar a recomendação às indústrias pela diminuição das quantidades de sódio nos alimentos, já que muitas já conseguem obter teores menores com mais tecnologia.

Quanto menos tecnologia, mais concentração. As maiores empresas estão todas estudando. Agora, nós não podemos matar a indústria nacional. Mas a população pode fazer sua escolha. A divulgação do estudo pela Anvisa visa também conscientizar os consumidores sobre os excessos encontrados. A ideia é motivar as pessoas a consultarem os rótulos dos produtos, onde estão informadas as quantidades dos nutrientes. O estudo completo está disponível no site da agência.

Ana Cláudia Duarte
Pós -graduanda em Nutrição Clínica
Nutricionista  CRN-2 9835
(51) 84295548
nutrianac_duarte@hotmail.com

www.nutrianaclaudiaduarte.blogspot.com

Edson Bertuol Trentini
CREF/RS: 03226-G/RS

NC FITNESS ACADEMIA
Rua dos Andradas, 1237 / 3º andar - Centro - Porto Alegre-RS - dentro da NC Estética.
TWITTER: ncacademia
MSN: ncfitnessacademia@hotmail.com
(51) 9228 1252
www.ncestetica.com.br/fitness

Caso não queira mais receber o informativo mande um e-mail para ncfitnessacademia@gmail.com com o assunto cancelamento. 

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Alguns efeitos da falta de feedback nos processos de seleção para a saúde emocional dos candidatos a emprego.

 ...como tenho andado na expectativa e na ansiedade pela falta de um feedback de um processo seletivo, posto aqui um artigo interessante sobre que expõe o meu case! ehehhehe


“O feedback é de extrema importância para a motivação do entrevistado, sendo o resultado positivo ou negativo” (Opinião de um participante da pesquisa de campo)."



RESUMO


O presente trabalho apresenta os resultados de pesquisa de campo realizada em Curitiba (PR), no segundo semestre de 2004, que buscou compreender as vivências e os sentimentos dos trabalhadores em relação à falta de feedback nos processos seletivos pelos quais passam em busca de emprego. A complexidade das funções, a tendência presente da racionalidade no mundo do trabalho, além dos valores da sociedade de consumo, têm tornado a atividade de seleção um momento de exigências comportamentais e comprometimentos que podem ter resultados imponderáveis para os participantes. A consideração pela subjetividade parece fazer parte das “dimensões esquecidas”(1 ) no mundo do trabalho. A preocupação com a singularidade de cada caso pesquisado reflete a base conceitual deste trabalho. A partir de um contato com as áreas de RH de empresas com o objetivo de coletar dados iniciais para o desenvolvimento do projeto de pesquisa, partiu-se para investigar, através de entrevistas junto à população, as conseqüências disto para a saúde psíquica dos sujeitos pesquisados. Os resultados indicam diversos sentimentos de
insatisfação com esta prática comum entre os profissionais que trabalham com recrutamento e seleção.


Palavras-chave: feedback em processos de seleção; saúde emocional; seleção depessoal.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Como usar a cafeteira italiana...





Eu tenho um vício, na verdade vários mas esse acredito que vale apena compartilhar...
Levando em consideração o berço italiano, aqui vai uma dica de como usar a cafeteira italiana ( Moka).

Vamos entender como é uma cafeteira italiana:

Simples não ?

Vamos lá:

1. A escolha do café... a dica mais bacana é Moido na hora rsrs
2. A boa e velha água. Encha a base com água FRIA até a válvula de segurança.


3. Coloque a cuba dentro da base com água. Observe que o nivel de água não deve ultrapassar a válvula de segurança para não molhar a cuba.

4.Coloque o café dentro da cuba, sem apertar o . Faça um pequeno monte e deixe que a parte superior da cafeteira ajeitar o café na cuba. Lembrando que com pouco a água passa muito depressa e não produz um café saboroso; com muito, o se compacta e impede uma perfeita circulação da água, vazando pela lateral antes de passar pelo filtro interno.

5.Feche bem a cafeteira para evitar vazamentos. Caso aconteça de vazar café pela lateral, não abra a cafeteira pois a pressão poderá provocar um acidente. Coloque a moka embaixo da água fria e deixe perder a pressão antes de lavar e recomeçar toda a operação... Lembre-se água FRIA
6.A chama deve ser pequena. Não deve ter um diâmetro superior à base da cafeteira, ou o fogo queimará o , tornando o café amargo. Na Itália os fogões vêm equipados com uma boca pequena apropriada para o café. Fogo alto irá fazer com que a água passe muito rápido pelo , resultando num café de má qualidade. Paciência… E logo o café subirá lentamente, proporcionando um perfume e ruído característicos.

7.Antes de servir, mexa o café dentro da cafeteira. No fundo há o café produzido no início, mais denso; no alto, um café mais líquido mas não menos importante, pois contém as substâncias liberadas por toda a passagem da água.
Bom é isso meus amigos, lembrando que esse "tutorial" eu encontrei no blog: http://cartadaitalia.blogspot.com/2005/10/cafezinho-iii.html


sexta-feira, 10 de junho de 2011

Progreso y Desarrollo en Star Trek

Cuando en el año 1993 edité y publiqué cinco mil ejemplares de la Revista Mundo Trek, con información sobre la serie de televisión Viaje a las Estrellas y la ciencia ficción, descubrí entre los cientos de lectores, que existía un interés por conocer cómo en ese futuro no se veía pobreza, miseria ni desesperanza, por ello decidí realizar un análisis económico para identificar las razones por las cuales, esos ciudadanos habían erradicado esos flagelos, co existiendo pacíficamente con armonía y tolerancia, observando que esa actitud traía progreso y desarrollo.
Uno de los mensajes más valiosos que encontré en ese análisis, es que la mayoría de los ciudadanos habla con la verdad, transmitiendo sus ideas con respeto, y sobre todo cumpliendo siempre con su palabra.

Evaluar el actuar de los personajes protagonistas e invitados de Star Trek, ha permitido determinar que su prioridad es enriquecer su existencia, que el tiempo y el espacio físico son las dos condicionantes limitantes más importantes para la vida, que los actos deben ser realizados por amor y nunca por interés pero siempre
considerando el costo de oportunidad, y que se ha erradicado la palabra “Codicia”.

Ante lo enunciado añado una frase acuñada por mi:

“Cuando los recursos se están agotando, uno debe reactivar su espíritu explorador para ir a buscar nuevas ideas".

Con la información analizada en el año 1988 escribí un ensayo económico y ofrecí muchas charlas sobre el tema en universidades y otros centros culturales, y en el 2001 mi ensayo se convirtió en libro, de limitada circulación, titulado “El Sistema Económico en Star Trek, Un análisis económico de los acuerdos de intercambio Comercial y Cultural de la serie de televisión Viaje a las Estrellas”, cuyo análisis presentaré el próximo jueves 16 de junio a las 7 pm. en el Instituto Cultural Peruano Norteamericano de Miraflores, Av. Angamos Oeste 120, con ingreso libre.

Están cordialmente invitadosFátima

Nota: En el canal Pacifico No 41 de señal abierta transmiten todos los
lunes a las 10 pm. los episodios Star Trek originales, con el capitan
Kirk y el Sr. Spock.

Sete dicas para construir um bom 'networking' : Construir uma boa rede de relacionamentos é um dos pontos-chave para o sucesso profissional.

CIO/EUA

Publicada em 01 de junho de 2011 às 20h11

Bons contatos abrem mais portas no mercado e indicações. Há diversas formas para realizar o chamado "networking". Uma delas é participar de eventos, quando existem chances de encontrar profissionais de diversos níveis e empresas.

No entanto, nem sempre é fácil ficar à vontade em encontros do tipo. Para o Chief Technology Officer (CTO) do escritório de advocacia Fenwick & West, Matthew Kesner, eventos são assustadores. Mas, como não há forma de evitá-los, ele utiliza algumas técnicas que ajudam a diminuir a ansiedade.
Confira algumas delas:

1- Peça ajuda

Kesner faz uma lista de colegas que são mais extrovertidos, ou conhecem outras pessoas no evento, e que podem apresentá-lo aos outros participantes. Mas, uma dica: tente não ficar “na sombra” de seus colegas por muito tempo; estabeleça seus próprios contatos.

2- Tenha uma lista de perguntas

A fundadora da desenvolvedora americana de software Quality Tree, Elisabeth Hendrickson, é uma introvertida assumida. Ela usa sempre uma variação dessas três perguntas para fazer contatos em um evento profissional: Qual o motivo da sua presença? O que está achando do evento? O que espera do evento? “É impressionante o quanto eu aprendo sobre alguém usando estas questões”, afirma.

3- Treine seu discurso

Antes do evento, simule uma situação em que tenha de descrever seu trabalho. Desta forma, você estará preparado quando alguém lhe perguntar o que você faz.

4- Procure oportunidades

Executivos experientes sempre procuram pessoas que não estão participando de nenhuma conversa e se apresentam. As filas também são uma ótima oportunidade para dar início a um bate-papo.

5- Seja motivo de conversa

A consultora Fiona Charles geralmente usa um broche de prata em forma de ferramentas de jardinagem. Por chamar atenção, o acessório acaba gerando elogios e, consequentemente, conversas e amizades.

6- Faça a lição de casa

Estude o tema do evento e conheça os palestrantes. Assim, terá base para entrar em qualquer discussão sobre o assunto e aproximar-se dos participantes.

7- Relaxe

Não é bom parecer tenso ou bravo. Então, sorria e tente se divertir. Lembre-se: a maioria das pessoas é amigável na maior parte do tempo.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Gerenciamento de Programas, Gerenciamento de Portfólios e Gerenciamento de Projetos

O termo Gerenciamento de Projetos é utilizado na grande maioria das organizações como forma ampla de tudo que envolve um esforço de uma equipe, mas existe uma diferença entre diferentes esforços.

Considerando uma escala hierárquica e de grandeza, podemos categorizar os projetos de três formas:

Projetos, Portfólio de Projetos e Programas.

As três categorias diferem-se pelo objetivo e forma de gerenciamento.

Os Programas são conjuntos de projetos ou portfólios que tem como objetivo as estratégias da empresa constituídas pela Gestão Estratégica. Os objetivos estratégicos normalmente são amplos e compõem inteções e diretrizes dos cominhos a serem tomados pelas organizações.

Imaginemos uma indústria metalúrgica que em um de seus objetivos estratégicos fique definido a diversificação da produção utilizando os mesmos insumos e maquinários. Poderíamos imaginar então segmentos diferentes de atuação, como automobilístico, naval, petrolífero e muitos outros. Para cada segmento destes ou Programas, teríamos diversos projetos ou Portfólio para ser gerido.

Nada impede que ao definir um objetivo estratégico pode surgir apenas um projeto específico, ou que de um programa tenhamos apenas um projeto.

A necessidade de separarmos bem estes projetos como individuais, portfólios e programas vem da forma de gerenciar recursos, prioridades e riscos.


Acesse também www.leonardoaguiar.com.br

Salas de Guerra (War Room)

Do Blog Fábio Cruz

A técnica de agrupamento é mais conhecida na área de gerenciamento de projetos como Sala de Guerra, que vem do inglês War Room, também conhecida como Sala de Crise.

A teoria da Sala de Guerra é uma das ferramentas e técnicas contidas no Guia PMBOK®, no grupo de processos de Execução do projeto, mais precisamente no processo Desenvolver a Equipe do Projeto.

Desenvolver a Equipe do Projeto tem como foco principal aumentar as capacidades individuais e de grupo para que a equipe funcione realmente como um time, por exemplo incentivar a ajuda mútua quando houver desequilíbrio na carga de trabalho dos integrantes da equipe.

Sendo que o trabalho em equipe é um fator essencial para o êxito do projeto, cabe ao gerente de projetos criar um ambiente que facilite o trabalho em equipe, e Desenvolver a Equipe do Projeto é fazer a equipe trabalhar cada vez mais como um time, e os objetivos de promover este desenvolvimento incluem:
    1. Aprimorar os conhecimentos e as habilidades dos membros do time para reduzir custos, cronograma e melhorar a qualidade das entregas concluídas.
    2. Aprimorar os sentimentos de confiança e consenso entre o próprio time, melhorando a motivação e reduzindo os conflitos.
    3. Criar uma cultura de equipe dinâmica com espírito de equipe e cooperação permitindo o treinamento e mentoria entre os próprios membros da equipe, além do compartilhamento de conhecimentos.
Uma das técnicas sugeridas pelo Guia PMBOK® para atingir o objetivo de Desenvolver a Equipe do Projeto é o agrupamento, que é:
  • A técnica de colocar alguns ou todos os membros da equipe em um mesmo local físico para maximizar o trabalho em grupo e a construção da equipe, podendo ser durante o projeto inteiro ou em ocasiões estrategicamente importantes.

  • O exemplo mais clássico desta técnica é a Sala de Guerra, conhecida também como War Room, ou Sala de Crise.
Como gerente de projetos, já apliquei algumas vezes a técnica da Sala de Guerra, e obtive bons resultados, inclusive com retorno positivo da equipe envolvida com este agrupamento.

Uma dica que eu deixo para todos os que se interessarem pela aplicação da War Room é a comunicação clara com a equipe, antes do agrupamento ser realizado, deixando claro os objetivos e os resultados esperados com a aplicação desta técnica de Desenvolvimento da Equipe do Projeto.

* Para conhecer mais sobre as técnicas de Desenvolvimento da Equipe do Projeto, clique aqui e visite o item de mesmo nome, na sessão Executando deste mesmo blog

Behavioral Economics


 

Here is a TED-type talk on Behavioural Economics explaining the what, when, how and implicit 'why' of BE - a huge challenge to practitioners and users of qualitative methods:

 

A economia comportamental e a sua área de estudo relacionada, finanças comportamentais, usam fatores sociais, cognitivos e emocionais para explicar a tomada de decisões económicas de indivíduos e instituições, tais como consumidores, tomadores de crédito e investidores, e os seus efeitos nos preços de mercado, lucros e na alocação de recursos.

Está principalmente concentrada com os limites da racionalidade (egoísmo, auto-controlo) dos agentes económicos. Os modelos comportamentais tipicamente integram resultados da psicologia com a teoria da economia neoclássica.

Os analistas do comportamento, para além dos efeitos das decisões de mercado, estão também interessados na escolha pública, que descreve outros tipos de decisões económicas que podem ter enviesamentos resultantes do interesse pessoal.